Em TI, o que vale é o QI
Se você trabalha com TI, o que vale é ter um bom “QI”. Foi o que confirmou uma pesquisa realizada pela Impacta Tecnologia. No Brasil, 64% das contratações que ocorrem no setor são fruto de indicações de colegas.
Obviamente, não se podem desprezar outras formas de recrutamento. A busca por novos colaboradores em sites especializados em bancos de currículos apareceu logo em seguida. Mas o que conta mesmo é ter aquela indicação de um funcionário da empresa onde você pretende trabalhar. Isso não é surpreendente, afinal, muitas empresas mantém um programa de indicações de novos colaboradores.
Agora, duas questões a respeito dessa notícia, que foi inicialmente publica na Info. Ela diz que 64% das contratações em TI são por indicação de outros funcionários, mas que a busca por currículos em sites especializados apareceu em segundo lugar, com 49% das respostas. Seria uma questão com múltiplas escolhas?
Segundo, a pesquisa também revelou que 50% dos funcionários das empresas tem menos de 3 anos de casa, o que indica alta rotatividade. Porém, mais adiante diz que 19% dos times de TI tem de um a três anos, ou seja, 81% tem três ou mais anos de tempo de casa. É aqui que eu pergunto: como assim, Bial?
É impressão minha ou algo de errado não está certo? Tentei saber mais sobre essa pesquisa em outras fontes, mas não encontrei nada. Então vou revelar dados impressionantes do DataGambi, de acordo com minha própria experiência:
1. “QI” é importante, metade das pessoas que eu conheço foram contratadas graças a esse artifício;
2. Sites de emprego funcionam na área de TI. Quase funcionou para mim, mas o “QI” foi mais rápido;
3. Quando se trata de trabalhar em consultorias, a maioria das pessoas fica menos de 3 anos no mesmo emprego. Quando estão em grandes companhias, em regime de CLT, costumam permanecer trabalhando mais tempo na mesma empresa.
Então, a pesquisa parece ter acertado nas suas conclusões, creio que a matéria que apresentou os dados de forma confusa.

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